Joanilson Rêgo diz que faltam atributos para Capitão Styvenson ser senador

O candidato ao Senado Joanilson de Paula Rêgo, da Democracia Cristã (DC), criticou a desproporção do tempo reservado para alguns candidatos no horário eleitoral gratuito desse ano. Ele detém apenas 16 segundos em sua campanha.

Segunde ele, é brutal a diferença do tempo na propaganda eleitoral nos rádios e TV. “A distorção dos minutos reservados ao horário eleitoral gratuito, na qual alguns tem segundos e outros nove minutos é muito grande”, declarou, em entrevista para a rádio 94 FM.

Ele criticou ainda partidos que recebem mais dinheiro que outros. “O PT, PMDB, PSDB recebem mais de R$ 200 milhões, enquanto que um partido pequeno recebe uma quantia menor”. O candidato disse ainda que esta é uma campanha atípica. “O povo está sentindo que precisa se posicionar com o desejo de mudança e de votar diferente”, enfatizou.

Segundo Joanilson, quem é candidato não precisa de dinheiro público nem privado para campanha. “É a história da pessoa que fala por ela, o conhecimento dos problemas do estado, suas convicções, as posturas públicas, dignas e honestas que foram tomadas ao longo da vida, isso que deveria ser considerado nas eleições”, explicou.

Indagado sobre avaliação do possível mandato do capitão Styvenson, da Rede-Sustentabilidade, ele disse faltar atributos para ele ser um senador e que povo tem que eleger candidatos dignos, mas adequados para a função. “A prestação de serviço dele para a polícia militar seria uma contribuição ao RN dentro do que sabe. Dentro desse perfil há uma diferença muito grande para que possamos esperar um desempenho satisfatório do seu mandato”, disse.

Sobre a avaliação de Fátima Bezerra do Partido Trabalhista (PT), ele relatou que se o presidente fosse Lula poderia ser uma boa escolha. “A senadora realizou trabalhos relevantes com os Institutos Técnicos Federais, mas sem Lula acho que seria muito difícil para ela ter condições de fazer um governo desenvolvimentista”, explica.

O candidato avalia ainda que Carlos Eduardo Alves do (PDT) é um bom gestor. “Ele tem provado isso. Pode ser que venha fazer um governo que não decepcionasse o RN, já que não temos mais alternativas de vitórias”, declarou.

Ao governador Robinson Farias (PMDB) disse ser resistente na capacidade de luta, mas não mudou. “O discurso de mudança não mudou, o estado do jeito que está devia se chamar novas capitanias hereditárias do Brasil e não RN”, enfatizou.

Ao Governo do Estado, o candidato Joanilson faz parte de uma coligação que tem Breno Queiroga como candidato. “Este é um problema de disciplina partidária. Se o meu partido fez uma coligação, eu devo cumprir os deveres da coligação”, concluiu.

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